quinta-feira, 5 de junho de 2008

Canidelo, o exemplo de caos na sinalética automóvel

Em qualquer comunidade urbana, com grandes fluxo de trânsito automóvel, é indispensável, para segurança de pessoas e de bens, que este esteja regulado não só com o número suficiente de sinais informativos como também que estes estejam colocados em locais e a distâncias convenientes, de forma a prevenir, atempadamente, possíveis acidentes. Se em arruamentos do miolo da freguesia, os considerados secundários, é aceitável que o trânsito seja orientado de acordo com código da estrada, Já os arruamentos considerados estruturantes devem estar “protegidos” do trânsito lateral, como acontece no geral destas vias.
Em Canidelo existem várias “armadilhas”, ora porque faltam sinais STOP nos arruamentos de acesso às vias principais, ora porque estão mal colocados e/ou parcialmente tapados. Por outro lado, existem sinais STOP em arruamentos à esquerda das vias principais, bem como junto a rotundas.Também a colocação de passadeiras para peões, é motivo de preocupação, ora porque estão sobre curvas, ora porque não estão junto a guias rebaixadas. Há também sinais de proibição de estacionamento no meio dos passeios, dificultando a mobilidade e pondo em perigo os peões.Outro sintoma do caos sinalético é a existência da paragem dos autocarros do Espírito Santo, nos 4 caminhos que, com frequência, provoca o congestionamento do trânsito no cruzamento.Embora a colocação da sinalética seja da responsabilidade da Câmara, o Executivo Freguesia pode e deve sugerir os arruamentos e locais onde o colocação da mesma é aconselhável, bem como”fiscalizar” a sua funcionalidade.
Em Setembro de 2006, o BE propôs na Assembleia de Freguesia a constituição de um grupo de trabalho para tratar destes assuntos, mas foi recusada pela maioria PSD/CDS. Foi pena, porque esta situação caótica, não existiria.

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