
A Câmara Municipal, na sua obstinada política de mais e mais arruamentos, nem sempre acautela os interesses da população e da autarquia.
O pretexto da Polis/ Câmara para a construção da VL2, no troço Cabedelo/Rua da Bélgica, é, para o Bloco de Esquerda, uma opção inadequada e não faz sentido nenhum.
Para quem conhece os problemas do congestionamento automóvel em Canidelo , sabe que esta solução, quer pelos seus elevados custos, quer pelos inconvenientes ambientais e paisagísticos, não é a mais acertada. Na verdade, o congestionamento do transito, na rua da Bélgica, não se verifica a partir de Alumiara, pelo que a ligação da futura VL1 à rua da Bélgica, poderia continuar a ser feita pela rua Marques Gomes, com toda a segurança, sem qualquer problema de congestionamento. Esta solução, para além de não provocar danos ambientais, os custos financeiros seriam muito menores. Se a Câmara cumprisse as recomendações da Resolução do Conselho de Ministros 26/2000, que recomenda a associação e o envolvimento das populações nas iniciativas a desenvolver no âmbito Polis, provavelmente, aqueles que conhecem e vivem os problemas do trânsito, teriam a oportunidade de sugerir outras soluções para a ligação da VL1 à futuro VL2.
Por outro lado, a Câmara, ao optar pela solução Cabedelo/Rua da Bélgica, não cumpriu o que diz na apresentação sumária do projecto Polis , para o concelho , conforme refere o Quadro 19. Neste projecto, a Câmara diz que pretende garantir maiores áreas pedonais e e fortes restrições de circulação automóvel. Ora, o que a Câmara fez, foi justamente trazer o transito automóvel para o Cabedelo, zona de grande sensibilidade ambiental , criando fortes inconvenientes na paisagem, já que o vale foi esventrado e o futuro Refúgio Ornitológico, projectado pelo Parque Biológico, para o Estuário pode ser afectado pelo transito e seus inconvenientes sonoros.
Se a Câmara quer melhorar as acessibilidades na Rua da Bélgica, então sugerimos que crie as condições para que o transito automóvel, no sentido Lavadores/S. Paio/Afurada/Arrábida, se faça directamente pela rua Marques Gomes, evitando que tenha de contornar o quarteirão Tr da Senra/ R José M Alves/Rua da Bélgica. Esta medida, para além de evitar que os automobilistas andem mais 350 metros, evita que, no verão e nos fins de semana, o transito com destino aos lugares acima referidos engrossem as longas filas, que nestes períodos, começam antes do entroncamento com a rua da Graça.
A Câmara pode ter ganho mais um momento de glória mediática com esta opção, mas perdeu financeiramente e a população, essa, perdeu mais qualidade de vida.
Para quem conhece os problemas do congestionamento automóvel em Canidelo , sabe que esta solução, quer pelos seus elevados custos, quer pelos inconvenientes ambientais e paisagísticos, não é a mais acertada. Na verdade, o congestionamento do transito, na rua da Bélgica, não se verifica a partir de Alumiara, pelo que a ligação da futura VL1 à rua da Bélgica, poderia continuar a ser feita pela rua Marques Gomes, com toda a segurança, sem qualquer problema de congestionamento. Esta solução, para além de não provocar danos ambientais, os custos financeiros seriam muito menores. Se a Câmara cumprisse as recomendações da Resolução do Conselho de Ministros 26/2000, que recomenda a associação e o envolvimento das populações nas iniciativas a desenvolver no âmbito Polis, provavelmente, aqueles que conhecem e vivem os problemas do trânsito, teriam a oportunidade de sugerir outras soluções para a ligação da VL1 à futuro VL2.
Por outro lado, a Câmara, ao optar pela solução Cabedelo/Rua da Bélgica, não cumpriu o que diz na apresentação sumária do projecto Polis , para o concelho , conforme refere o Quadro 19. Neste projecto, a Câmara diz que pretende garantir maiores áreas pedonais e e fortes restrições de circulação automóvel. Ora, o que a Câmara fez, foi justamente trazer o transito automóvel para o Cabedelo, zona de grande sensibilidade ambiental , criando fortes inconvenientes na paisagem, já que o vale foi esventrado e o futuro Refúgio Ornitológico, projectado pelo Parque Biológico, para o Estuário pode ser afectado pelo transito e seus inconvenientes sonoros.
Se a Câmara quer melhorar as acessibilidades na Rua da Bélgica, então sugerimos que crie as condições para que o transito automóvel, no sentido Lavadores/S. Paio/Afurada/Arrábida, se faça directamente pela rua Marques Gomes, evitando que tenha de contornar o quarteirão Tr da Senra/ R José M Alves/Rua da Bélgica. Esta medida, para além de evitar que os automobilistas andem mais 350 metros, evita que, no verão e nos fins de semana, o transito com destino aos lugares acima referidos engrossem as longas filas, que nestes períodos, começam antes do entroncamento com a rua da Graça.
A Câmara pode ter ganho mais um momento de glória mediática com esta opção, mas perdeu financeiramente e a população, essa, perdeu mais qualidade de vida.
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